Tudo que você precisa saber sobre câncer de pele

Com mais de 175 mil novos casos por ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de pele é o de maior incidência no Brasil e o mais comum entre os seres humanos, com cerca de 25% dos cânceres do corpo humano sendo de pele.

Fatores de risco:
Exposição solar
Bronzeamento artificial
Histórico familiar
Grande quantidade de pintas no corpo
Frequência de queimaduras de sol na infância
Idade
Imunidade enfraquecida

Os cânceres de pele podem ser divididos em câncer de pele melanoma e câncer de pele não melanoma (carcinomas).

Carcinomas
São o tipo mais comum, representam cerca de 95% dos tumores malignos de pele, sendo o carcinoma basocelular, o mais comum e menos agressivo, e o carcinoma espinocelular, o mais grave.

Os carcinomas basocelular (CBC) estão da pele estão relacionados diretamente com grande exposição aos raios ultravioleta (UV) do sol durante a vida como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. Podem se desenvolver também nas áreas não expostas, ainda que mais raramente. Tem baixa letalidade e pode ser curado em caso de detecção precoce.

Sintomas
Tem aparência perolada, como se fosse recoberto de cera;
Pode ser branca, rosa claro, bege ou marrom;
Sangra com facilidade;
Se parece com uma ferida que não cicatriza;
Pode formar crosta e vazar algum líquido.

O Carcinoma espinocelular (CEC) é o segundo mais prevalente dentre todos os tipos de câncer. Manifesta-se nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele.

A pele normalmente apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade. O CEC é duas vezes. Alguns casos da doença estão associados a feridas crônicas e cicatrizes na pele, uso de drogas antirrejeição de órgãos transplantados e exposição a certos agentes químicos ou à radiação.

Sintomas
Mostra sinais de dano solar na pele, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade;
Tem cor avermelhada;
Tem aparência mais endurecida, com descamação e crostas no local, podendo vazar algum líquido;
Tem crescimento rápido (em geral meses);
Se parece com uma ferida que não cicatriza.

Melanoma
O melanoma é menos frequente (5%) que outros tumores de pele, porém costuma ter comportamento mais agressivo, porém, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. Tem origem a partir dos melanócitos, que são as células responsáveis pela produção do pigmento (melanina) que dá cor à pele. Por isso, costumam se manifestar como pintas de cor escura (negro ou castanho).

Sintomas
Uma mudança em uma mancha ou pinta existente;
O desenvolvimento de uma nova mancha ou pinta bem pigmentada ou de aparência incomum em sua pele;
Outras mudanças suspeitas podem incluir coceira, comichão, sangramento e a não cicatrização da área.

Prevenção
Evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o melanoma e outros tipos de tumores cutâneos. Porém, alguns cuidados básicos que contribuem para a prevenção são:
Evitar o sol entre 10h e 16h;
Não fazer bronzeamento artificial;
Usar protetor solar de no mínimo 30 FPS;
Reaplicar o protetor a cada 2 horas;
Utilizar chapéu, bonés, roupas compridas ou de trama fechada;
Manter uma boa hidratação da pele.

Deve-se ir ao dermatologista sempre que verificar alterações num sinal, pinta ou mancha.  O Hospital São Matheus conta com especialistas em dermatologia realizando atendimentos (particulares e convênios) no centro médico. Agende sua consulta. 2156-5480.

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